Essa marca poderá ser sua sentença de morte
O que podemos aprender com o exemplo dos cristãos perseguidos no Iraque
Cada um enfrenta a sua batalha
individual quando faz a grande escolha de dar um caráter mais espiritual
à própria vida...
Para alguns, se indispor com a família, por exemplo, é o
maior desafio, já que sempre tem aquele parente que não aceita um
convertido e é duro não ser aceito pelas suas opções dentro da sua
própria casa.
Em contrapartida, algumas pessoas têm
demonstrado que ficar algumas horas sem usar o celular, medida exigida
para quem visita o Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo, é um enorme
problema.
Nenhuma luta pode ser comparada a outra,
apenas cada um de nós sabe o que é mais difícil abrir mão. Mas é
importante conhecer um pouco mais sobre as dificuldades que algumas
pessoas passam mundo afora para poder expressar sua religião e comparar
se as suas escolhas são realmente tão penosas quanto você acredita que
sejam.
A marca dos cristãos
A perseguição que os cristãos sofrem na
maior parte dos países do Oriente Médio não é novidade para ninguém. No
entanto, depois que o grupo terrorista Isis (sigla que, em português,
significa Estado Islâmico no Iraque e na Síria) ganhou autonomia nesses
dois países, a vida dos cristãos não tem sido fácil. Forca e
apedrejamento em praça pública são alguns dos exemplos mais leves do que
acontece com alguém que seja flagrado falando sobre a Bíblia com outras
pessoas.
Em apoio e solidariedade a esses
iraquianos, internautas do mundo inteiro trocaram sua foto de perfil nas
redes sociais pela imagem da letra “nun”. Famílias inteiras de cristãos
que desejam continuar morando no país em que nasceram precisarão pagar
ao governo iraquiano o “dhimma”, um imposto extra de aproximadamente US$
500 (R$ 1.138) destinado às minorias. O grupo terrorista declarou à
imprensa local: “nós oferecemos aos cristãos três escolhas: a conversão
ao islamismo; o contrato dhimma, envolvendo outros pagamentos extras; ou
a espada, caso se recusem a cumprir qualquer uma das opções
anteriores”.
Uma das comunidades cristãs mais antigas
do mundo está prestes a desaparecer. Esses cristãos estão sentindo na
pele e correndo riscos diários para exercer sua fé, mas, mesmo assim, a
maioria se recusa a se converter ao islamismo. E você, ainda vai
reclamar por ter de deixar o celular em casa?
Fonte: Blog B.Macedo
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